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segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

As invasões de terra no contexto turístico do arquipélago de Cairu

Há no universo turístico um entendimento que diz que um lugar só é bom para os turistas se o mesmo, antes ou ao mesmo tempo, for bom também para a sua comunidade.

Nesse plano, o prefeito de Cairu, Hildécio Meireles, tem sido exemplar, pois consegue levar desenvolvimento para todos os cantos do município-arquipélago de Cairu, nas áreas da Saúde, Educação, Turismo, Meio Ambiente, Assistência Social, infraestrutura... beneficiando os munícipes e proporcionando a geração de emprego e renda, por exermplo, com o ousado programa de requalificação das orlas marítimas, que vêm contemplando e contemplará todos os lugares, tendo como objetivo a consolidação e/ou a implantação de atrativos turísticos.

Entretanto, o município também atrai levas de novos moradores e ao mesmo tempo vê suas comunidades crescerem em termos populacionais. Esse fenômeno tem provocado o surgimento de invasões de terras, por aqueles que buscam edificar as suas moradias. Recentemente, uma área privativa, localizada na Gamboa do Morro, foi ocupada por cidadãos com o suposto objetivo de construírem os seus tetos, porém, orientados por aproveitadores políticos e especuladores imobiliários, invadiram uma propriedade particular, cujos donos entraram na justiça e o juiz decretou uma ação com apoio policial de reintegração de posse, em favor dos proprietários das terras invadidas. Até aí nada de novo. Tudo normal. Vale também dizer que toda e qualquer invasão de terra no contexto do nosso arquipélago é um tiro no pé, pois a proliferação de bairros erguidos de forma ilegal e sem qualquer infraestrutura básica acaba desqualificando o nosso destino turístico.

Mas, imagens do pelotão com policiais armados em cumprimento à decisão de reintegração de posse, dada pelo juiz, foram postadas nas redes sociais exigindo do gestor de Cairu providências contra aquela ação. Estava ali o argumento, criado de forma artificial, para colocar dúvidas na cabeça dos cairuenses contra o prefeito Hildécio Meireles e até mesmo contra os donos do terreno invadido, que agiram dentro da lei. Logo se descobriu que tudo não passava daquela “temporada de mentiras eleitoreiras”. A mentira tem pernas bem pequenas, não consegue chegar longe. A Justiça determinou, a polícia deu apoio ao cumprimento da ordem e o prefeito, que nada tem a ver com o assunto, segue trabalhando como sempre fez. Na sexta-feira passada, mesmo, aconteceu a inauguração de mais cinco ruas e três travessas, no Zimbo, no Morro de São Paulo. Na próxima sexta-feira, agora, será a vez de entregar a moradores e visitantes a primeira etapa da nova orla da Gamboa.

Por outro lado, lideranças do grupo invasor da área particular são alvo de uma investigação policial. De acordo com provas apresentadas à Polícia Civil e à 1ª Vara Cível da Comarca de Valença, alguns já comercializavam lotes do terreno invadido. Após perícia realizada, foi constatada a vegetação local devastada e o parcelamento do solo, sem que houvesse licença ou autorização, fato que também foi comunicado ao Ministério Público Estadual.

Diante das fakes eleitoreiras, vale lembrar que não foi o prefeito de Cairu que levou a polícia para atuar na reintegração do terreno da Gamboa; a polícia normalmente atua nesses casos quando recebe uma determinação judicial; outra coisa, invadir terras é crime e leva normalmente os proprietários recorrerem à justiça. E isso foi feito atendendo aos trâmites legais. O que o prefeito de Cairu faz e tem feito muito são obras que beneficiam o povo em todas as ilhas, inclusive com várias intervenções de infraestrutura na Gamboa. É isso que ele faz!

Para concluir, o município de Cairu, consternado com o falecimento da genitora de um rapaz envolvido na invasão, prestou, como de costume, todo apoio à família enlutada.

Esperamos que o equilíbrio entre as partes seja conquistado, para que o desenvolvimento da Gamboa não se interrompa e seja sempre coroado de satisfação social para toda a comunidade.

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