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quarta-feira, 2 de maio de 2012

DIA do TRABALHADOR - CUT faz carreata em Valença


Uma nova Valença no asfalto (Praça da Independência). Foto: Ivan Texx

As qualidades e defeitos do prefeito Ramiro Queiroz estão sempre disputando o topo da lista dos assuntos mais comentados em Valença. O alcaide carrega uma rejeição histórica, entre 80 e 90% de reprovação, em consequência de uma administração equivocada, que deixa a cidade e a zona rural em completo abandono, gerando nos eleitores um gosto de vingança, preso na garganta, daqueles que mais sofrem com a inteira omissão da gestão municipal.       

O atual mandato de Ramiro foi quase todo assim: sem planejamento, sem uma linha de comunicação equilibrada com a sociedade civil, com um nível de desorganização insuperável, com uma visão pequena das coisas, com um modelo negativo no campo do desenvolvimento, como um ininterrupto novelo gerador de baixa autoestima para quem ama e mora no município.

São, certamente, três anos e cinco meses de puro sofrimento para a população de Valença da Bahia.  Nesse período, nada que Ramiro fez, em todas as áreas, obteve êxito e reconhecimento dos cidadãos. Nada foi bacana, nada foi legal. É tudo muito triste marcando toda essa nossa época.

No entanto, é esse mesmo Ramiro José Campelo de Queiroz que surge como expoente de transformação da cena urbana. Ninguém nunca teve o tamanho da coragem que ele tem de mudar a cara da cidade, com a abrangência que só ele fez até aqui, nos últimos anos. No primeiro mandato, só para ilustrar, cito alguns trechos: calçou boa parte da Bolívia, Loteamento Bahia, Jardim Emarc, Cajaíba e revolucionou o centro da cidade, com a ligação Tento-Praça da Bandeira, Rua Comendador Madureira e Avenida Marita Almeida. Agora lá vem ele com a expansão asfáltica sobre as principais ruas da zona urbana, sendo que antes asfaltou a estrada que liga a BR 101 ao distrito de Serra Grande. Não se pode negar, são marcas que ficarão na história.

Mas cá pra nós, tomara que não sejam suficientes para aplacar o sofrimento comunitário causado por esse (des)governo nos últimos três anos... Afinal, mudar a forma de governar Valença é hoje uma necessidade coletiva!

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