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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Comissão de Moradores coordena distribuição de lotes em Torrinhas e Garapuá

Moradores de Garapuá e Torrinhas ganharão lotes residenciais

Esta sexta-feira de Natal foi notável para o prefeito de Cairu, Hildécio Meireles. Ele e sua equipe da Ação Social decidiram qualificar ainda mais os critérios de cadastramento para efeito de distribuição de lotes populares nos distritos de Torrinhas e Garapuá, compondo comissões de moradores para darem a palavra abalizada sobre quem mais precisa receber os lotes nesta primeira etapa.

Então, além das informações socioeconômicas passadas pelos próprios moradores cadastrados, as comissões, formadas por cinco membros da comunidade, escolhidos em audiência pública, farão as análises, com o olhar de quem mais conhece, em cima das reais necessidades de cada proponente, construindo, a partir daí, uma escala de prioridade para as entregas dos Termos de Posse da Terra. Vale salientar que nenhum membro das comissões terá direito a lote.

Na reunião de hoje à tarde, 23\12, em Torrinhas, ficou no ar e no semblante de todos a sensação de algo muito próximo do justo, com esse acréscimo de exigência no critério do beneficiamento.

CASA PRA QUEM PRECISA
Garapuá e Torrinhas, assim como quase todas as ilhas de Cairu, convivem com uma incômoda variável sociológica, que apresenta um considerável número de famílias morando com duas ou três gerações juntas na mesma casa. São o pai e a mãe morando com os avós e os filhos gerando bisnetos debaixo do mesmo teto. Escassos espaços para tanta gente dentro da mesma residência. Daí a necessidade da execução de uma política pública de moradia para quem mais precisa.

Em Garapuá serão entregues pela prefeitura 56 lotes, enquanto em Torrinhas 59. Logo após este ato será instalada toda a infraestrutura nos loteamentos, com calçamento, meio-fio, drenagem, esgotamento sanitário, energia elétrica, iluminação pública e água encanada, colocando à disposição de todos as condições básicas para que as novas moradias sejam, enfim, construídas pelos donos, de fato, dos terrenos, com recursos próprios ou com a possibilidade de serem financiados pela Caixa Econômica.

“A nossa visão sobre esta questão está bem clara. Todos vivem em comunidade e, assim, fica mais fácil quem precisa menos compreender que os mais carentes devem ser os primeiros beneficiados”, disse Hildécio.

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