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terça-feira, 20 de agosto de 2013

Estado da Bahia perde empréstimo após veto do Tesouro Nacional

Após veto do Tesouro Nacional, o Governo da Bahia não poderá mais contar com um empréstimo de US$ 2,1 bilhões, autorizado pela Assembleia Legislativa em julho deste ano.

De acordo com o jornal A Tarde, o dinheiro seria utilizado para pagar o serviço da dívida interna contraída a partir de empréstimos com o BNDES e Caixa Econômica Federal, principalmente. Os recursos seriam tomados do Bank of America Merril Lynch. 

O Tesouro Nacional anunciou que não autorizará mais a captação de recursos pelos estados com entidades semelhantes ao Bank of America Merril Lynch, diante da mudança de cenário, com o aumento da cotação do dólar, pois a dívida é em moeda americana. Na verdade, o que o Tesouro fez foi impor uma condição para dar o aval: que o Merril Lynch não negocie os títulos das dívidas após o empréstimo, o que é chamado de securitização, vendendo a dívida para vários investidores.

Como para o banco o atrativo do empréstimo é o aval do Tesouro Nacional, que reduz a zero o risco da operação, garantindo pagamento mesmo que os Estados estejam em crise no futuro, com o veto à securitização, a negociação entre o Estado da Bahia e o Merril Lynch passou a não mais interessar ao banco norte-americano.

Entretanto, a secretaria estadual da Fazenda (Sefaz) afirmou que "A Bahia tem margem de endividamento e credibilidade no mercado para contratar outros tipos de operação, com características mais adequadas".

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